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CASTRAR OU NÃO CASTRAR?



12/11/2017

Ao adquirir uma cadela ou gata, no primeiro momento pensa-se apenas nos bons momentos que serão aproveitados juntos e nos cuidados iniciais com vacinas, remédio de verme, uso de alimentação (ração) de qualidade, ou seja, os cuidados básicos. Com o passar do tempo o apego vai aumentando e não conseguimos mais viver sem a nossa companheira, é neste momento que algumas pessoas pensam em procriar para ficar com um filhote e manter as lembranças da matriarca. Mas e se por algum motivo a gestação não for desejada, o que fazer?

Algumas pessoas pensam e por vezes são orientadas por vendedores a fazer uso de anticoncepcionais (injetáveis ou em comprimidos) que vão inibir o “cio” das cadelas e gatas, permitindo a convivência de machos e fêmeas num mesmo ambiente sem risco de uma gestação indesejada. O grande problema é que na maioria das vezes os proprietários não são informados sobre os riscos de uso do anticoncepcional, tanto de forma aleatória como contínua.

A fêmea (cadela ou gata) que faz uso deste contraceptivo tem uma tendência muito grande de desenvolver infecções uterinas e tumores mamários, patologias estas, que normalmente vão surgir no animal com idade avançada, podendo levá-las a óbito, o que acontece com frequência. O animal com essas patologias tem que ser submetido a cirurgia de emergência com riscos muito grandes para o paciente.

Então, se não quero reproduzir e não posso usar anticoncepcionais o que fazer?

A castração (ovário salpingo histerectomia) é o procedimento mais recomendado e realizado com bastante frequência nas clínicas veterinárias. Atualmente é feita em grande quantidade por intermédio de ONG’s e de Prefeituras em parceria com Centros de Castração com a finalidade de controle populacional de animais errantes evitando também a proliferação de doenças transmitidas do animal para o homem (Zoonoses).

A cirurgia consiste na retirada do útero e ovários sob efeito de anestesia geral. A recomendação é que o seu veterinário realize um exame clínico e laboratorial completo do seu animal para assim poder escolher melhor o protocolo anestésico que será utilizado no procedimento.  Quando feita de forma programada a castração só traz benefícios para o animal e o seu tutor.

Anderson Trindade Fonseca
Médico Veterinário atuante em clínica e cirurgias de cães e gatos
CRMV-BA 2251

Fonte: Informe Vet

O seu melhor amigo e o vizinho



06/08/2015

Você sabia que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atualmente, o Brasil está em segundo lugar no ranking dos países com mais cachorros e gatos, que já somam mais de 74 milhões? Ter uma animal de estimação é ter um grande amigo por perto. No entanto, algumas ações são importantes para manter a convivência com os vizinhos saudável.

Convenção

É preciso conhecer a convenção de condomínio, pois é nela que deve constar as regras para circulação de animais. Por exemplo, em que elevadores o dono deverá transportar o animal, que áreas comuns ele poderá frequentar, a obrigatoriedade do uso de coleira, o local ideal para serem depositados os dejetos dos bichinhos, entre outras normas.

Barulho

Educar seu animal para que ele não faça barulho exagerado e perturbe o descanso dos vizinhos é regra básica de boa convivência.

Saúde e segurança dos moradores

O animal vacinado e acompanhado frequentemente por um veterinário não apresenta riscos à saúde das pessoas e isso pode ser cobrado tanto pelo síndico quanto pelos condôminos. Além disso, para os casos de cães bravos, a focinheira deve durante a circulação nas áreas comuns do edifício.

Higiene

Permitir que o animal faça suas necessidades no gramado do prédio é um dos principais motivos de desavenças, além de ser uma situação desagradável para quem transita no local. Caso seja inevitável que isso aconteça, o dono é responsável pela limpeza do ambiente logo após o ocorrido, evitando que o mau cheiro se espalhe nas áreas comuns ou que alguém pise no local.


CAMPANHA: DESAPARECIDOS



23/08/2014

"Branco de Neve, gato que pertence a uma família durante 11 anos.

Mora no Bairro Menino Deus, na Rua Praça Menino Deus, ao lado da Igreja Menino Deus, Porto Alegre/RS.

Ele, constantemente durante estes 11 anos dava umas saidinhas até a frente da casa para pegar sol e brincar.

Está sumido desde o dia 12 de Agosto de 2014.

Por ser muito manso, alguém o pegou com facilidade, mas ele é operado e necessita de cuidados especiais e necessita comer uma ração especial."

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Prefeitura de Florianópolis lança página em rede social para adoção de cães e gatos

Foi publicado no Facebook uma página com fotos, nomes e especificações
dos animais que estão à disposição para adoção responsável.
Petra Mafalda/PMF

23/07/2014 

A Prefeitura de Florianópolis, através da Diretoria de Bem-Estar Animal (Dibea), está lançando mão das redes sociais para realizar a campanha “Adote um Amigo”, de incentivo à adoção de cães e gatos.

Quem levá-los para casa não precisará se preocupar com a primeira vacina, ou em castrá-los, no caso de serem maiores de seis meses. Os animais passam por tais procedimentos e são vermifugados, e microchipados (no caso dos cães), antes de serem entregues aos “pais adotivos”. Devido à microchipagem, aliás, terão direito a atendimento ambulatorial gratuito pela Prefeitura de Florianópolis enquanto viverem, independente da renda ou da cidade em que seu dono reside.

A iniciativa da Secretaria Municipal de Saúde, à qual a Dibea está vinculada, busca amenizar o problema de abandono de animais, considerado um caso de saúde pública. “Porque os animais acabam procriando nas ruas e tendo maior incidência de contaminação por vários tipos de zoonoses (doenças e infecções que podem ser transmitidas ao homem), sem contar com os envolvimentos em brigas e em acidentes, como atropelamentos”, destaca o diretor da Dibea, João Eduardo Cavallazzi.

Atualmente, a Dibea dispõe de cerca de 55 cães e gatos - de idades, tamanhos, cores e, inclusive, temperamentos, variados - em suas dependências, com capacidade máxima para 80 animais. “Mas são todos dóceis”, tranquiliza Cavallazzi, uma vez que o órgão implantou, há sete anos, o projeto “Cão Terapia”, voltado a exercitar, distrair, socializar e, principalmente, preparar os animais resgatados pela Dibea para a adoção. Enquadram-se nesta situação inclusive aqueles que sofreram maus-tratos em seu lar anterior.

Vale destacar que para a adoção de cães e gatos é exigido o atendimento a uma série de critérios: os interessados devem ter idade mínima de 21 anos, apresentar RG e CPF e preencher termo de responsabilidade após entrevista. Além disso, é recomendado a quem residir em apartamento e quiser levar um gato para casa que também tenha rede de proteção nas janelas e sacadas, se morar em andar alto.

Veja mais em 



Gato… Além de ilegal, é perigoso!

31/05/2013

O furto de energia elétrica é uma conduta popularmente conhecida como “gato”. Infelizmente se trata de uma prática corriqueira no Brasil, que causa enormes prejuízos para o cidadão cuja energia é desviada, já que o mesmo passa a ter que arcar tanto com sua própria conta de luz, quanto com a do infrator, até que a farsa seja descoberta.

Além dos prejuízos financeiros, a fraude prejudica a qualidade do sistema elétrico de toda a vizinhança devido à sobrecarga de energia, sem contar com uma conseqüência ainda pior e que afeta toda a comunidade, que são os riscos destas instalações, que sempre são realizadas de forma irresponsável e perigosa, causa freqüente de incêndios e outros acidentes graves.



Primeiro hospital veterinário público já tem lotação máxima

Unidade no Tatuapé: de exames simples a cirurgias oncológicas (Foto: Ivan Dias) 
Serviço prevê segunda unidade ainda esse ano, com verba de 10 milhões de reais

Nathalia Zaccaro 

Todos os dias da semana, por volta das 5 horas, dezenas de pessoas começam a formar uma fila curiosa na porta de um prédio de dois andares no Tatuapé, na Zona Leste. Elas aguardam a abertura do local segurando no colo cães e gatos doentes. Tem sido assim desde o mês passado, quando foi inaugurada por ali a primeira clínica veterinária pública da cidade. O “SUS” dos pets atende das 7 às 19 horas e já sofre um problema bem conhecido dos hospitais municipais: recebe uma demanda acima de sua capacidade de operação.


Daí a necessidade de madrugar na porta para garantir o atendimento. Na última quarta (8), uma das pessoas que aguardavam era a desempregada Cibele Crepaldi, acompanhada da cadela Vivi, de 14 anos. “Ela tem um câncer de mama e não posso pagar a operação”, contou. “Por isso, cheguei cedo para tentar salvá-la.”

Cibele Crepaldi e a cadela Vivi:a operação de câncer de mama da mascote pode
chegar a 2.000 mil reais na rede privada
  (Foto: Ivan Dias)
O lugar é mantido por uma verba mensal de 600.000 reais da prefeitura. Com uma equipe de 22 veterinários, tem capacidade para atender trinta animais por dia (somente cães e gatos). São feitos por lá desde exames mais simples, como radiografias, até cirurgias oncológicas, procedimento cujo preço chega facilmente à casa dos 2.000 reais num serviço particular.

Fila matutina: as pessoas chegam por volta das 5 horas (Foto: Ivan Dias)
Entre os pacientes, há casos como o da vira-lata Minie, que ficou com uma fratura exposta na pata depois de um atropelamento. No início de julho, ela acabou operada por uma equipe de quatro profissionais. “Mantemos contato com a dona até hoje e as notícias são ótimas: a cadela está bem e voltou a andar”, diz Renato Tartalia, diretor administrativo da unidade. Veterinário especializado em odontologia, ele também faz cirurgias, quando necessário.


O endereço abriu as portas sem estar 100% pronto. Na semana passada, um pedreiro realizava ajustes na entrada e algumas salas ainda não haviam sido postas em funcionamento. Mesmo assim, já há planos de expansão. “Queremos inaugurar nos próximos meses uma segunda unidade, a poucos metros daqui.”

O diretor Renato Tartalia: verba mensal de 600.000 reais (Foto: Ivan Dias)

A novidade tomou forma quando a Câmara aprovou uma emenda de 10 milhões de reais apresentada pelo vereador Roberto Tripoli (PV) para tirar o projeto do papel. “Era uma antiga reivindicação dos movimentos ligados à proteção dos animais”, afirma ele.

Médica e paciente: 22 veterinários atendem em média 30 cães e gatos por dia (Foto: Ivan Dias) 
No primeiro ano de atividades, serão gastos 7,2 milhões de reais desse total. A assinatura de um convênio permitiu entregar a operação do negócio à Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo. Uma estratégia para garantir a eficácia do serviço é a rigorosa triagem na recepção. “Faço perguntas sobre moradia, salário e meio de locomoção e, se desconfio de algo, solicito uma visita domiciliar”, conta a assistente social Cristiane de Sousa, que atua para que sejam atendidos apenas paulistanos de baixa renda. “Rejeito cerca de três pessoas por dia”, completa ela.

Altos e baixos do serviço

Motivos para abanar o rabinho

■ Triagem: para evitar que o lugar seja utilizado por pessoas que têm condições de pagar, os interessados são submetidos a uma entrevista com uma assistente social.

■ Internação: com capacidade para catorze animais, conta com a presença de uma veterinária 24 horas por dia.

■ Odonto: o diretor administrativo da unidade, Renato Tartalia, realiza, gratuitamente, complexas cirurgias nessa área.

Motivos para rosnar

■ Especialidades: oftalmologia e endocrinologia são alguns dos ramos da veterinária que ainda não são oferecidos no endereço.

■ Doenças infectocontagiosas: não existe um espaço reservado para animais atingidos por esse tipo de enfermidade.

■ Espécies: o hospital foca apenas cães e gatos,deixando de lado outros pets, como tartarugas.


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