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O seu melhor amigo e o vizinho



06/08/2015

Você sabia que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atualmente, o Brasil está em segundo lugar no ranking dos países com mais cachorros e gatos, que já somam mais de 74 milhões? Ter uma animal de estimação é ter um grande amigo por perto. No entanto, algumas ações são importantes para manter a convivência com os vizinhos saudável.

Convenção

É preciso conhecer a convenção de condomínio, pois é nela que deve constar as regras para circulação de animais. Por exemplo, em que elevadores o dono deverá transportar o animal, que áreas comuns ele poderá frequentar, a obrigatoriedade do uso de coleira, o local ideal para serem depositados os dejetos dos bichinhos, entre outras normas.

Barulho

Educar seu animal para que ele não faça barulho exagerado e perturbe o descanso dos vizinhos é regra básica de boa convivência.

Saúde e segurança dos moradores

O animal vacinado e acompanhado frequentemente por um veterinário não apresenta riscos à saúde das pessoas e isso pode ser cobrado tanto pelo síndico quanto pelos condôminos. Além disso, para os casos de cães bravos, a focinheira deve durante a circulação nas áreas comuns do edifício.

Higiene

Permitir que o animal faça suas necessidades no gramado do prédio é um dos principais motivos de desavenças, além de ser uma situação desagradável para quem transita no local. Caso seja inevitável que isso aconteça, o dono é responsável pela limpeza do ambiente logo após o ocorrido, evitando que o mau cheiro se espalhe nas áreas comuns ou que alguém pise no local.


Cachorros percebem diferenças entre as emoções humanas, diz estudo

No estudo, os cachorros precisavam distinguir rostos felizes e bravos em uma tela
Foto: Divulgação

18/02/2015

Pela primeira vez, pesquisadores conseguiram provar que cachorros podem diferenciar expressões felizes ou furiosas em rostos humanos.

Os cães podem ter desenvolvido essa capacidade durante sua domesticação pelo homem, segundo o estudo publicado nesta sexta pela revista Current Biology.

O estudo também sugere que os cachorros têm lembranças de como essas expressões se parecem e são capazes de associá-las com as emoções correspondentes.

No estudo, foram mostrados a nove Border collies telas sensíveis ao toque, com rostos humanos, bravos e felizes.

Um grupo de cachorros foi treinado a tocar no rosto feliz, para receber um biscoito. Enquanto isso, outro grupo foi treinado para tocar no rosto bravo.

Depois do período de treinamento, os cachorros conseguiram acertar o rosto correto entre 70% e 80% das vezes, segundo a líder do projeto Corsin Muller, cientista cognitiva da Universidade de Viena, na Áustria.

Segundo Miller, essas determinadas emoções foram selecionadas para o teste porque elas são "muito importante para os cachorros".

Estudos semelhantes foram feitos no passado, mas esses experimentos testavam os cachorros mostrando a eles apenas fotos de rostos inteiros e sem emoções.

Os cães poderiam estar não reconhecendo as expressões, mas simplesmente algumas características das fotos. Os cachorros poderiam identificar apenas os dentes de uma pessoa, por exemplo.

Para excluir essa possibilidade do novo estudo, os cachorros não apenas testaram sua capacidade em reconhecer rostos inteiros, mas também partes de um rosto, isoladamente.

Se os cachorros reconhecessem as expressões apenas por causa da ausência ou presença de dentes, então eles não seriam capazes de identificar rostos furiosos ou alegres apenas enxergando os olhos.

Para evitar que isso acontecesse, os cachorros foram treinados com apenas uma parte do rosto e uma expressão: rostos ou bocas alegres ou bravas.

Então, eles eram testados para reconhecer aquela mesma expressão em outras partes de rostos ou rostos inteiros, uma tarefa que eles conseguiram completar corretamente entre 70% e 80% das vezes.

Fonte: Info


'Instagram para cachorro' ajuda dono a tirar fotos de seus animais

O aplicativo é feito para ajudar a tirar fotos de animais (Foto: Divulgação/BarkBox)

23/07/2014

Os donos de cachorro adoram postar fotos dos seus amigos no Instagram. Pensando nisso, a BarkBox acaba de lançar o BarkCam, um app para iOS desenvolvido para facilitar a captura de fotos dos animais. Seu diferencial é a reprodução de sons que chamam a atenção dos cães, fazendo com que eles fiquem parados em frente a câmera. 

O aplicativo gratuito também possui filtros e adesivos pensados especialmente para os bichos de estimação. São balões com latidos, óculos, gravatinhas e efeitos com nome de “Vintage Pup”, que tornam as fotografias divertidas e personalizadas. Eles podem ser aplicados tanto nas fotos capturadas através da plataforma quanto naquelas já armazenadas no dispositivo.

O retrato do seu melhor amigo pode ser compartilhado nas principais redes sociais, como Facebook, Instagram e Twitter. Quem está querendo usar o serviço mas não possui um iPhone, iPad ou iPod Touch não precisa ficar desapontado: o lançamento para Android está previsto já para agosto.

Fonte: Globo.com


Casa Branca tem nova moradora: a cadela Sunny

Sunny, à direita, fará companhia ao cachorro Bo na Casa Branca (AFP)
24/08/2013

Ela foi apresentada por Obama no Twitter. Assim como Bo, o 'cachorro presidencial', Sunny pertence à raça cão d'água português

Além do conhecido Bo, o já famoso "cachorro presidencial", o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, apresentou o novo cão da família: Sunny, que é da mesma raça de Bo, um cão d'água português.

"Sunny nasceu em Michigan em junho de 2012 e chegou à Casa Branca hoje. Da mesma forma que Bo, Sunny é uma cadela da raça cão d'água português, que, por sinal, se ajusta muito bem aos Obama por causa das alergias familiares", anunciou nesta segunda-feira a Casa Branca em sua página oficial.

"Sunny é a irmã mais nova ideal para Bo, já que é cheia de energia e muito carinhosa. Aliás, a família presidencial decidiu usar esse nome porque se ajustava a sua personalidade alegre", acrescentou a nota.

Bo já marcou presença em alguns atos oficiais dos Obama, ao visitar centros médicos para crianças ou supervisionar as decorações natalinas na Casa Branca. Ele também já participou das festas realizadas nos jardins da residência presidencial.

Interação – Ainda em outubro de 2012, a primeira-dama Michelle já havia advertido sobre a necessidade de arrumar um companheiro para Bo, que não desfrutava de uma "suficiente interação" com outros cachorros.

"Temos a suspeita que Sunny seguirá os passos de Bo e acompanhará o presidente no Salão Oval, sairá para caminhar com a família presidencial após o jantar e, inclusive, saltará no colo da primeira-dama de vez em quando", acrescentou a Casa Branca em sua apresentação.

No entanto, ao contrário de Bo, o novo animal de estimação da Casa Branca tem a pelagem inteiramente negra e é visivelmente um pouco menor do que seu "irmão mais velho".

Bo foi o presente que Barack Obama de a suas filhas, Sasha e Malia, após vencer as eleições em 2008, assim como havia prometido durante um discurso de agradecimento após sua vitória.

(Com agência EFE)

Fonte: Veja


Jogador é expulso na Argentina por jogar cachorro em alambrado


11/06/2013

José Jimenez agrediu o animal que havia entrado no gramado, em partida entre San Juan e Bella Vista

O jogador José Jimenez, do Bella Vista, da Argentina, foi expulso da partida contra o San Juan, pela liga regional de Tucumán, por maltratar um cachorro que invadiu o gramado durante a partida.

O cachorro não se machucou após o jogador jogá-lo contra o alambrado. Jimenez foi imediatamente cercado por jogadores do San Juan, indignados com sua atitude. De acordo com informações do jornal Olé, o contrato de Jimenez teria sido rescindido.

Fonte: ZERO HORA

Por que cortar o rabo de seu cachorro é uma péssima ideia



Por Natasha Romanzoti

Existem várias maneiras dos seres humanos compreenderem as intenções e sentimentos dos cães: através de seu latido, da maneira como inclinam a cabeça, do movimento de suas patas dianteiras, e, é claro, da abanação frenética de sua cauda.

A maioria dos proprietários de cães sabe ler seus companheiros caninos muito bem, graças a esses sinais. Não é nenhuma surpresa, portanto, que a prática de cortar a cauda de cães (caudotomia) tenha um efeito profundo sobre sua capacidade de se comunicar – e não só conosco, mas também (e principalmente) com outros cães.

Um estudo recente publicado na revista PLOS notou que a falta de uma cauda longa pode afetar seriamente a vida social de um cão.

Segundo a autora Emily Anthes, esse procedimento bárbaro de cortar vários centímetros da cauda de um cachorro, muitas vezes sem anestesia, pode também dificultar a sua capacidade de transmitir suas intenções para outros cães.

Anthes reviu uma pesquisa conduzida por biólogos da Universidade de Victoria, do Canadá, em que os cientistas procuraram por anomalias comportamentais potenciais causadas pelo comprimento da cauda de um cão.

Os pesquisadores usaram um cão robótico caracterizando ou uma cauda longa ou curta, e o expuseram a 492 cães em um parque.
Além do comprimento da cauda variável, o cão robótico foi feito para abanar a cauda ou mantê-la parada. Assim, há quatro diferentes condições em que o cão robótico foi apresentado a seus “colegas”: cauda curta parada, cauda curta abanando, cauda longa parada e cauda longa abanando.
Os pesquisadores documentaram e estudaram as várias maneiras que os cães sem coleira interagiram com o cão robô.

A primeira coisa que eles notaram foi que os cães menores quase sempre se aproximavam com cautela do cão robô. Já entre cães de tamanhos iguais ou maiores, diversos comportamentos interessantes surgiram.
Estes cães eram mais propensos a se aproximar do modelo robótico quando ele tinha uma cauda longa em movimento. Nesse caso, eles interagiram com o robô 91,4% do tempo.

Isso faz sentido porque a longa cauda era flexível: o movimento simulado pareceu se assemelhar ao de uma cauda balançando de um cão real. Este tipo de movimento solto é muitas vezes visto um convite para se aproximar, brincar; um sinal social de que o cão com a cauda abanando não é uma ameaça ao outro cão.
Por outro lado, um cão com a cauda perfeitamente parada não está emitindo esses óbvios sinais de “vem cá brincar”. Os cães de grande porte se aproximaram do cão robô com uma longa cauda parada com uma frequência significativamente menor: 74,4% do tempo.

Quando os pesquisadores trocaram a cauda longa pela curta, estas preferências desapareceram.
Cães grandes abordaram o robô de cauda curta abanando com quase a mesma frequência que abordaram o cão com a cauda imóvel (85,2% e 82,2% das vezes, respectivamente).

Isso sugere que os cães eram menos capazes de discriminar uma cauda que está sacudindo brincalhona de uma cauda parada quando a cauda é curta.

A conclusão do estudo é que os sinais transmitidos por diferenças em movimento são mais eficazmente transmitidos pelos cães quando sua cauda é longa.

Os cães de grande porte também foram duas vezes mais propensos a pausar enquanto se aproximavam do cão de cauda curta, talvez usando esse tempo para tentar decifrar se deviam continuar se aproximando.
Isso significa que os cães ficaram confusos sobre as intenções do cão robótico quando sua cauda era muito curta. Consequentemente, os cães que têm seus rabos cortados estão em uma situação similar – condição que provavelmente induz um estresse e incerteza significativos em suas vidas sociais.

Estética = mutilação

A caudotomia e outros procedimentos para modificar um cão por motivos estéticos, e não de saúde, não são recomendados.

Em 19 de março de 2008, o Conselho Federal de Medicina Veterinária do Brasil proibiu especialistas de realizarem cortes de orelhas para fins estéticos. A caudotomia ainda é possível, embora já seja banida em diversos países, como Áustria, Bélgica, Croácia, República Checa, Estônia, França, Grécia, Hungria, Islândia, Holanda, Noruega, Polônia, Escócia, África do Sul, Suíça e outros.

Segundo Mário Marcondes, diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, a cauda é uma “extensão” da coluna vertebral e é uma parte bastante sensível do corpo do animal, e qualquer corte estético é uma simples mutilação.

Embora o padrão de muitas raças recomende o corte (como rottweiler, por exemplo), a caudotomia não é obrigatória. Cães com cauda íntegra podem ter pedigree e participar de exposições do mesmo jeito.

Muitos proprietários já estão optando por não fazer a caudotomia, que é o correto, segundo Marcondes, já que devemos considerar o bem-estar do animal antes da estética, além do seu direito de se expressar e se comunicar naturalmente conosco e com a sua própria espécie.[io9, Caninest, R7]



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