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LIVRO: PASSATEMPOS ECOLÓGICOS DO LUCAS



15/12/2017

Entre os fatores que contribuem para os problemas ambientais enfrentados nos últimos tempos, pode-se destacar a ação do homem, atuando de forma negativa no ambiente natural. Diante desse fato, faz-se necessário a criação de estratégias para minimizá-la, como a educação ambiental, visando à formação de cidadãos preocupados com a natureza, partindo do princípio de que é preciso conhecer para preservar. Entre as diversas ferramentas que podem ser utilizadas, existem os jogos educativos, destinados principalmente a crianças, para que cresçam atentas à preservação do meio ambiente. A melhor maneira de educar é através de uma experiência atrativa e prazerosa, ou seja, com base nos conceitos de edutainmentque combina educação com entretenimento.

Essa é a proposta do livro "Passatempos Ecológicos do Lucas", que usa o recurso lúdico para despertar a consciência ambiental do público infantil. Lucas é um duende ecológico que busca sensibilizar as crianças e jovens para que adotem atitudes corretas em relação às questões do meio ambiente, da sustentabilidade e uma vida mais saudável. Este é o segundo livro do personagem-título pois, em 2012, o autor e cartunista Léo Valença lançou o "Almanaque Ecológico do Lucas". Assim como o primeiro, o livro "Passatempos Ecológicos do Lucas" chama a atenção da sustentabilidade de nosso planeta de uma maneira divertida e interessante. O livro incentiva práticas que conscientizam sobre a importância da preservação ambiental através de jogos educativos como caça-palavras, testes, cartuns, quadrinhos, curiosidades e muitas brincadeiras ecológicas.

“Passatempos Ecológicos do Lucas” tem outra diferença dos outros livros: ele é publicado pelo sistema PoD, Print On Demand, ou seja, o livro só é impresso por encomenda, depois que você pede o seu, para evitar desperdício de papel.





Compre o livro no site da editora:


Educação ambiental pode virar disciplina obrigatória nas escolas

Plenário da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor, Fiscalização e Controle
Geraldo Magela/Agência Senado

05/03/2016

Está marcada para a próxima terça-feira (8) mais uma reunião deliberativa na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), com 18 itens na pauta.

Entre eles a proposta de Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) que torna a educação ambiental uma disciplina obrigatória nos ensinos fundamental e médio (PLS 221/2015). O relator da matéria, senador Valdir Raupp (PMDB-RO) recomenda sua aprovação.

Raupp lembra que pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB) hoje vigente, a educação ambiental não é tratada como uma disciplina obrigatória, mas como um tema transversal às demais disciplinas.

Em seu relatório ele diz convergir com a visão de Cunha Lima, para quem a efetivação de uma consciência ecológica na sociedade não pode se pautar apenas em instrumentos repressivos e de controle, mas em mecanismos que levem ao fortalecimento da cidadania.

O projeto será analisado também pela Comissão de Educação depois de passar pela CMA.


Teresina contará com moderno Centro de Educação Ambiental

28/04/2015

O projeto de reforma está em fase de finalização e as obras devem iniciar até o final do semestre

Ana Célia Aragão

Uma biblioteca totalmente verde, onde as pessoas poderão pesquisar e aprofundar seus conhecimentos tendo como cenário a natureza. Um local com amplas salas para realização de oficinas e cursos e uma área de lazer para atividades relacionadas à sustentabilidade. Esta é a proposta para o novo Centro de Educação Ambiental, gerenciado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recurso (Semar), localizado ao lado da Potycabana.

O projeto arquitetônico já está em fase de finalização e a previsão é para iniciar as obras até o final deste semestre. Por conta disso, todas as atividades relacionadas à Educação Ambiental que deveriam ser desenvolvidas no prédio, estão  suspensas. De acordo com as arquitetas Lia Freitas e Danielle Gráss, responsáveis pelo projeto, o prédio será totalmente reformado com melhorias estruturais, como a adaptação dos banheiros existentes para portadores de necessidades especiais, criação de uma sala interativa, jardinagem e melhorias na sala de situação de monitoramento meteorológico, que atualmente se encontra na sede da Semar. A Sala de Situação funciona como um centro de gestão de situações críticas e subsidia a tomada de decisões emergenciais.

“A sala de situação vai proporcionar maior agilidade nos trabalhos relacionados à meteorologia, com informações rápidas que, também, poderão ajudar no atendimento à imprensa, estudantes e pesquisadores”, enfatiza Lia Freitas.

Segundo Danielle Gráss, o novo Centro que utilizará soluções de arquitetura voltado para a sustentabilidade, será todo desenvolvido para as ações de educação ambiental no Estado do Piauí, com cursos de capacitação para professores e atividades para estudantes. O centro também atenderá à população que procura por cursos de  aproveitamento de materiais recicláveis, como papelão, papel, garrafas PET, eletroeletrônicos, dentre outros.

“A proposta da SEMAR é criar um centro de ações voltadas para a sustentabilidade. Para isso, já estamos montando uma equipe de educadores ambientais que irão trabalhar no CEA”, enfatiza o secretário Ziza Carvalho.

O secretário já adianta que uma das principais metas da Semar para o segundo semestre deste ano é a volta do Barco Escola. O projeto vai oferecer à população, especialmente crianças e adolescentes, palestras educativas e passeios de barco,  com a navegabilidade pelo Rio Poti, num percurso saindo do Centro de Educação Ambiental até o Parque Zoobotânico. “O objetivo do barco escolar é mostrar a importância das nossas riquezas naturais e a necessidade de preservá-las”, ressalta.


Consumo consciente: como ensinar às crianças



19/03/2015

Como você está educando seu filho em relação ao dinheiro? Não é simples responder a essa pergunta, principalmente porque nós mesmos, muitas vezes, não sabemos lidar com o dinheiro de forma sustentável, já que esse tema não é ensinado na maioria das escolas e nem é cultural em nosso país.

O problema é que observo o crescimento de crianças consumistas, diante de tantas oportunidades e publicidades. As ferramentas comerciais fazem com que as crianças fiquem "hipnotizadas" e acabem querendo ter tudo o que vem pela frente, isso sem contar a influência de amigos.

Mas como saber quando uma criança realmente está se tornando consumista? É normal que elas sintam desejos pelas coisas, mas é importante que se tenha em mente que grande parte dessas vontades são imediatas, ou seja, passageiras.

A situação começa a ficar complicada quando o filho acha que tem a necessidade de tudo o que vê na televisão ou em vitrines e, quando não conseguem, fazem birra. Outro ponto que demonstra consumismo é quando as crianças recebem mesada e não conseguem passar o mês com o que ganham, passando a pedir mais dinheiro toda vez.

Outra situação que exemplifica uma criança consumista é quando elas ganham um presente e logo deixam de lado, quebram ou esquecem em algum lugar. Se isto está ocorrendo, já é a hora de os pais repensarem a educação financeira de seus filhos. 

O primeiro passo é encontrar a causa do problema. A maioria já irá rapidamente falar que a culpa é da TV ou do marketing publicitário, mas isso é um grande erro, pois, por mais que isso tenha uma parcela de culpa, os maiores responsáveis pelo comportamento dos filhos são os pais.

Então, é preciso combater o consumo não consciente, educando financeiramente primeira a si mesmo e depois aos filhos. Sem dúvidas, nós, adultos, temos que buscar pelo conhecimento do letramento financeiro. Além disso, é importante que os pais vejam com as escolas das crianças para inserirem em suas grades curriculares esse conteúdo (podendo ser na educação infantil, fundamental e/ou no ensino médio).

Felizmente, o número de instituições de com essa preocupação já chega a 1500 em todo o país, que utilizam a Coleção DSOP de Educação Financeira (didática) ou as coleções O Menino do Dinheiro e O Menino e o Dinheiro (paradidáticas). Os pais também têm importância nas influências externas, nesse caso, devem limitar ou controlar o acesso das crianças às mensagem publicitárias e conversar com eles sobre os temas e desejos.

Se os hábitos e costumes da família forem positivos em relação ao uso do dinheiro, eles tendem a prevalecer na vida das crianças. Isso, certamente, evitará que elas façam parte de um grupo de pessoas endividadas na fase adulta.



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