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Petrobras detecta vazamento no campo de Marlim


1/03/2013

AGÊNCIA ESTADO
MÔNICA CIARELLI

A Petrobras identificou um vazamento de óleo no Campo de Marlim, um dos três maiores produtores da Bacia de Campos. A mancha de óleo foi localizada a 172 km da costa de Macaé, no Rio de Janeiro. Em nota, a companhia informou que o vazamento se deve a problemas no equipamento conhecido como árvore de natal molhada, do poço MRL-131, que está fora de operação.

Pelos cálculos da Petrobras, o volume de óleo detectado foi estimado em 108 litros, sendo 13 litros vazados na quinta-feira e outros 95 nesta sexta-feira. A empresa informou ter tomado todas as medidas para solucionar o problema.

'De acordo com os padrões para esse tipo de ocorrência, foram deslocadas para o local cinco embarcações especializadas em contenção e recolhimento de óleo, três para inspeção submarina e aeronave para sobrevoar a área', diz a nota. A Petrobras informou ainda já ter comunicado o acidente à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e à Marinha.

Fonte: DM.com.br

ANP diz que há novo vazamento na região do Campo de Frade


Novo vazamento de petróleo na mesma região de incidente envolvendo 
a petroleira americana Chevron (Foto: Divulgação)
16/03/2012

Segundo a ANP, o vazamento deve estar vindo de fissuras no fundo do mar, não do poço da Chevron, que foi selado

Rio de Janeiro - A Agência Nacional do Petróleo informou nesta quinta-feira que há um novo vazamento de petróleo na mesma região do incidente envolvendo a petroleira norte-americana Chevron, no campo de Frade, na Bacia de Campos (RJ).

O vazamento deve estar vindo de fissuras no fundo do mar e não do poço da Chevron que foi abandonado após o acidente ocorrido em novembro, afirmou à Reuters assessoria de imprensa do órgão regulador brasileiro.

A ANP não informou imediatamente o volume do óleo que vazou no local, mas antecipou que deve ser uma pequena quantidade, dado o tamanho da mancha que surgiu na região.

Semanas após o vazamento que levou a ANP a proibir a Chevron de realizar perfurações, a então diretora do órgão regulador Magda Chambriard afirmou que a petroleira não havia selado o poço corretamente.

"Os perfis de cimentação ainda não mostram a perfeita aderência do cimento ao poço. Quer dizer que o abandono do poço ainda não está completo", disse Chambriard em 9 de dezembro.

A assessoria de imprensa da ANP informou que vai verificar se a Chevron cumpriu adequadamente todos os procedimentos de cimentação do poço onde houve vazamento.

Fonte: EXAME.com

ANP proibe Chevron de perfurar poços no Brasil


Vazamento de óleo da Chevron na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro (Rogerio Santanta/Reuters)

24/11/2011

Agência também negou autorização pedida pela empresa para perfurar novo poço na área do pré-sal. Diretoria cita "negligência" da petroleira na operação no Campo de Frade, na Bacia de Campos

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) determinou, na tarde desta quarta-feira, a suspensão das atividades de perfuração no Campo de Frade “até que sejam identificadas as causas e os responsáveis pelo vazamento de petróleo e restabelecidas as condições de segurança na área”. A decisão é da diretoria da ANP, e compreende todas atividade de perfuração da Chevron do Brasil no território nacional.

Também hoje a ANP rejeitou pedido da concessionária para uma nova perfuração no Campo de Frade, com o objetivo de atingir o pré-sal. “A Diretoria entende que a perfuração de reservatórios no pré-sal implicaria riscos de natureza idêntica aos ocorridos no poço que originou o vazamento, maiores e agravados pela maior profundidade”, diz a nota divulgada pela agência.

De acordo com o informe, a medida não alcança “as atividades necessárias ao abandono definitivo do poço 9-FR-50DP-RJS e a restauração das suas condições de segurança”. Ou seja, a empresa não pode mais perfurar, mas deve continuar a trabalhar para combater os impactos do desastre ambiental causado pelas falhas na operação do poço.

A decisão, segundo a ANP, baseou-se em “análises e observações técnicas da Agência, que evidenciam negligência, por parte da concessionária na apuração de dado fundamental para a perfuração de poços e na elaboração e execução de cronograma de abandono”. Também houve, para a ANP, falta de maior atenção às melhores práticas da indústria.

A própria ANP não está livre das investigações sobre o acidente. O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou, hoje, abertura de auditoria para investigar o quanto a agência tinha controle das condições de operação da Chevron. A Petrobras também terá que explicar que critérios usou para se associar à Chevron para a operação no Campo de Frade.

Fonte: Veja
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