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Adidas usará lixo plástico marítimo em produtos a partir de 2016



20/04/2015

BERLIM (Reuters) - A companhia alemã de artigos esportivos Adidas está se juntando a um grupo que tenta limpar os oceanos do planeta com um plano para desenvolver materiais a partir de lixo plástico marítimo que podem ser usado em seus produtos.

Como resultado de sua parceira com a iniciativa "Parley for the Oceans", a Adidas anunciou também nesta segunda-feira que irá descontinuar gradativamente o uso de sacolas plásticas em suas 2.900 lojas.

Grandes marcas de moda estão competindo para destacar suas credenciais éticas enquanto organizações como o Greenpeace as pressionam para que cortem seus impactos ambientais e melhorem as condições em fábricas.

A varejista sueca H&M, por exemplo, prometeu triplicar a quantidade de produtos fabricados a partir de fibras recicladas até o final de 2015.

Plásticos usados na indústria de bens de consumo causam poluição marinha com um "custo de capital natural", uma medida de danos ambientais, de ao menos 13 bilhões de dólares por ano, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente (Pnuma).

A Adidas disse que trabalhará com a Parley para desenvolver fibras feitas a partir de lixo marítimo reciclado para usar em suas roupas, e potencialmente em partes de calçados, a partir do ano que vem. A varejista holandesa G-STAR Raw trabalhou com a Parley no ano passado para lançar uma linha de jeans feita a partir de lixo plástico.

(Por Emma Thomasson)

As 30 empresas mais sustentáveis do mundo

Crédito: Thinkstock

05/02/2015

A preocupação das empresas com a sustentabilidade aumenta a cada ano, estimulada, em parte, por uma crescente demanda social e, em parte, por exigências de mercado. Todos estão de olho.

Quem adota boas práticas nessa seara tem seus esforços reconhecidos. Fazer parte da lista The Global 100, por exemplo, é integrar uma seleção de elite. 

O levantamento é divulgado todos os anos pela Corporate Knights, publicação canadense referência em responsabilidade social e desenvolvimento sustentável.

Ocupando a 44ª posição, a Natura é a única representante brasileira na nova edição, que reconhece as empresas com as melhores práticas de sustentabilidade.

Companhias de todos os setores são avaliadas com base em 12 indicadores principais: energia, emissões de carbono, consumo de água, resíduos sólidos, capacidade de inovação, pagamentos de impostos, a relação entre o salário médio do trabalhador e o do CEO, planos de previdência corporativos, segurança do trabalho, percentual de mulheres na gestão e o chamado "bônus por desempenho".

Conheça as empresas que integram o Top 30 do The Global 100

1. Biogen Idec

Crédito: Biogen

2. Allergan

Foto: Patrick T. Fallon/Bloomberg

3. Adidas

Foto: REUTERS/Michael Dalder

4. Keppel Land

Crédito: Divulgação/Keppel Land

5. Kesko

Crédito: Kesko

6. BMW

Crédito: Getty Images

7. Reckitt Benckiser Group

Crédito: Reprodução

8. Centrica

Crédito: Centrica

9. Schneider Electric

Crédito: Divulgação

10. Danske Bank

Crédito: Wikimedia Commons

11. Tim Hortons

Crédito: Wikimedia Commons

12. Outotec

Crédito: Wikimedia Commons

13. Novo Nordisk

Crédito: Divulgação

14. L'Oreal

Crédito: Fabrice Dimier / Bloomberg

15. BT Group

Crédito: Wikimedia Commons
16. Marks & Spencer Group

Crédito: Reprodução
17. Dassault Systemes

Crédito: Stock.xchng


18. Johnson & Johnson

Crédito: Chris Hondros/Getty Images

19. Enagas

Crédito: Divulgação/Enagas

20. Storebrand

Crédito: Wikimedia Commons

21. Commonwealth Bank of Australia

Crédito: Divulgação

22. Unilever

Crédito: Pedro Rubens/EXAME.com

23. Atlas Copco

Crédito: Divulgação

24. StarHub

Crédito: StarHub

25. Philips

Crédito: Sean Gallup/Getty Images

26. Coca-Cola

Crédito: Reprodução/YouTube/Coca-Cola

27. Statoil

Crédito: Kristian Helgesen/Bloomberg

28. Kone

Crédito: Wikimedia Commons

29. Teck Resources

Crédito: Reprodução/Teck Resources

30. Galp Energia

Crédito: Mario Proenca/Bloomberg

Fonte: Exame.com


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