Mostrando postagens com marcador Ativistas Ambientais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ativistas Ambientais. Mostrar todas as postagens

EMMA THOMPSON QUER QUE PESSOAS FALEM MAIS SOBRE O MEIO AMBIENTE

Emma Thompson: a atriz falava na Suécia, onde junta sua voz a ativistas em críticas 
aos planos da Noruega de abrir maior exploração de petróleo e gás no Ártico 
(Bjorn Lockstrom/Reuters)

27/03/2017

A atriz é uma ávida ativista ambiental, e busca aumentar a consciência das pessoas sobre questões como mudanças climáticas

Estocolmo – De “Razão e Sensibilidade” a “Simplesmente Amor” e “Nanny McPhee – A Babá Encantada”, a atriz britânica Emma Thompson é conhecida por seus papéis marcantes em dramas de época, comédias e filmes de fantasia.

Mas assim como o colega vencedor do Oscar Leonardo DiCaprio, a atriz de 57 anos também é uma ávida ativista ambiental, buscando aumentar consciência sobre questões como mudanças climáticas.

“Penso que todos devemos gritar o mais alto que podemos”, disse Emma em entrevista à Reuters. “Pessoas comuns agora precisam saber mais. Elas precisam se informar. Você não pode somente relaxar e pensar ‘olha, eu reciclo'”.

A atriz falava na Suécia, onde junta sua voz a ativistas em críticas aos planos da Noruega de abrir maior exploração de petróleo e gás no Ártico.

No ano passado, Oslo abriu novos terrenos para exploração pela primeira vez em duas décadas, e, neste mês, anunciou planos preliminares para nomear um número recorde de blocos no Mar de Barents, gerando fúria de ambientalistas.

Emma disse que a Noruega é há tempos um “farol verde” para ela, dizendo que foi um dos primeiros países a assinar o Acordo do Clima de Paris de 2015 e providenciar um direito constitucional para um ambiente saudável.

“Você não pode dizer que quer proteger gerações futuras e então perfurar por mais das coisas que já colocam nosso planeta em perigo”, disse.

Fonte: EXAME.com

Honduras é o país mais perigoso para ativistas ambientais, diz relatório

20/04/2015

Por Anastasia Moloney

BOGOTÁ (Thomson Reuters Foundation) - Honduras é o país mais violento para ativistas ambientais, com muitos hondurenhos assassinados durante a defesa de direitos à terra e do meio ambiente frente a projetos de mineração, de barragens e extração de madeira, disse uma ONG nesta segunda-feira.

Entre 2010 e 2014, 101 ativistas foram assassinatos em Honduras, a maior taxa per capita de qualquer país analisado em um relatório da Global Witness, embora o número total seja maior no Brasil. 

Globalmente, mortes de ativistas ambientais alcançaram uma média de mais de duas por semana em 2014, crescimento de 20 por cento frente ao ano anterior, segundo o relatório. 

A América Latina teve o pior desempenho ano passado, responsável por quase três quartos dos assassinatos - com 29 mortes relatadas no Brasil, 25 na Colômbia e 12 em Honduras. 

“Historicamente, tem havido uma distribuição de terra desigual na América Latina, o que tem causado conflitos entre companhias locais e estrangeiras e comunidades”, disse Billy Kyte, da Global Witness, à Thomson Reuters Foundation. 

“Governos na América Latina não estão tratando esse problema com seriedade. Níveis de impunidade são muito altos e os perpetradores ficam livres”, disse. 

O relatório disse que 40 por cento dos defensores ambientais mortos no ano passado eram indígenas pegos na linha de frente ao tentar defender a terra e fontes de água diante da ação de companhias.

“Muitos grupos indígenas carem de títulos claros para suas terras e sofrem desapropriações por parte de interesses de poderosas empresas”, disse o relatório.

O ativista hondurenho Martin Fernandez disse ter sido forçado a fugir para o Brasil por três meses em 2012, após ter recebido ameaças de morte por telefone e ter sido perseguido por carros com janelas escuras perto de sua casa e de seu trabalho.

“Vivemos em medo, medo constante de ataque. Eu e muitos colegas tivemos que viver no exílio”, disse Fernandez à Thomson Reuters Foundation. Ele lidera o Movimento para Dignidade e Justiça, um grupo hondurenho de direitos à terra.

Em seu relatório, a Global Witness disse que o governo hondurenho esperava atrair 4 bilhões de dólares em investimento em mineração e recentemente liberou 250 mil hectares de terra para novos projetos.

Com uma das maiores taxas de assassinato do mundo, Honduras luta para conter a violência de grupos envolvidos com drogas e o crime organizado. O governo não respondeu a pedidos de comentários sobre o relatório da Global Witness.





Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...